O agente que explica a arquitetura e o código de qualquer repositório — e prova tudo com arquivo:linha.
Jair Nunes · Marcelo Mazini
Fábrica + Inteligência
PLATAFORMA
DE ENGENHARIA.
A fábrica de software que fica mais inteligente a cada entrega.
↓ role ou use as setas do teclado
Todo mundo ficou rápido — no teclado.
Na era dos agentes, gerar código deixou de ser o gargalo: qualquer equipe, em qualquer lugar, aluga o mesmo modelo. Mas o SDLC não acelerou junto — refinar, testar, homologar, aceitar, atualizar o board. O gargalo só mudou de lugar. E quem contrata sabe disso.
Encurtar o ciclo inteiro não veio de um modelo melhor. Vieram meses de operação real: mapear cada gargalo do fluxo e construir, um a um, os módulos que resolvem cada um deles.
O modelo, todo mundo aluga. A inteligência sobre a sua operação e sobre o software dos seus clientes — essa não está à venda.
Duas coisas, uma planta.
Parte IA fábrica
Um pipeline governado: o card sai do refinamento, vira código, passa por prova e chega ao board atualizado — com gate humano em cada transição crítica.
Parte IIA inteligência
Uma memória verificada do software: fatos com proveniência, skills certificadas por eval, agentes com alçada medida — e um loop de aprendizado que realimenta tudo.
Fábrica sem inteligência é só velocidade. Inteligência sem fábrica é só demo. Uma plataforma de engenharia é as duas.
Oito módulos, um cluster.
A base de fatos verificados do software, com proveniência e prazo de validade. O substrato da inteligência.
O marketplace de skills. Nada entra sem passar pela alfândega: lint, evals, versão pinada.
Control plane de agentes: manifesto versionado, evals como prova e alçada L0–L4 com rebaixamento automático.
O pipeline de entrega: skills levam o card do refinamento ao board, com gate humano em cada transição crítica.
O QA que se monta sozinho: nº da tarefa → diff entre ramificações → cenários de teste → veredito.
O painel do gestor: status por tarefa, veredito de QA, custo, lead time, quem fez o quê.
O loop que fecha o ciclo: telemetria, regressão acumulada e evals contínuos — cada entrega treina a próxima.
// cluster desenhado pra crescer —
cada módulo funciona só;
juntos, compõem a inteligência
Fatos, não folclore.
Oráculo
Pergunte qualquer coisa sobre qualquer repositório cadastrado — arquitetura, fluxo, regra de negócio. A resposta vem com prova: arquivo:linha em tudo que afirma. Multi-tenant: cada espaço de trabalho enxerga apenas os seus projetos, com isolamento real por requisição.
onboarding de meses → uma pergunta com prova
SpecDriven
A base de fatos por trás do Oráculo. Cada fato tem proveniência e frescor: quando o código muda, o fato envelhece — e o sistema sabe. Responder por fato verificado é mais rápido, mais barato e auditável do que varrer o código a cada pergunta.
fato verde · fato envelhecido · projeto não preparado — sempre visível
O conhecimento do software para de morar na cabeça de alguém. Passa a ser um ativo da operação — versionado e auditável.
Execução certificada.
Arsenal
O marketplace de skills da plataforma — o "como fazer" de cada etapa, empacotado e versionado. Nenhuma skill entra sem passar pela alfândega: lint, suíte de evals, versão pinada. O que está no catálogo funciona por prova, não por promessa.
53+ skills certificadas em operação
Governança
O control plane dos agentes. Cada agente tem um manifesto versionado em git — identidade, capacidades, limites — e uma suíte de evals que prova o que ele sabe fazer. Autonomia é graduada por alçada L0–L4: de só observar a operar auditado. Score abaixo do piso? Rebaixamento automático — política como código, não promessa em prompt.
alçada ≥ L3 sem eval é erro de validação, não aviso
Autonomia aqui não se declara. Se mede — e se revoga sozinha quando a prova falha.
Do card ao aceite.
AIDE
O pipeline vivo da fábrica. As skills do Arsenal levam o card do refinamento ao board atualizado — spec, código, teste, evidência de homologação — com gate humano em cada transição crítica. O agente trabalha; o humano governa as portas.
card refinado → spec → código → prova → board · sem etapa invisível
Cockpit
A outra metade do painel: o que o gestor vê. Cada tarefa com status, veredito de QA, custo e lead time. Quem fez o quê — humano ou agente — fica registrado. Autonomia com prestação de contas, não autonomia no escuro.
uma tela: andamento, veredito, custo por entrega
Cada card conta a própria história — do refinamento ao aceite, com evidência em cada porta.
O gabarito.
Na indústria, gabarito é a peça que confere se a outra saiu certa. Aqui, é o QA que se monta sozinho a partir da própria tarefa.
Aponte o número da tarefa no board. Só isso.
Ele encontra os commits e compara as ramificações — monta o diff exato do que mudou no código por causa daquela tarefa.
Gera os cenários de teste daquela mudança e executa o checklist — incluindo o aceite ponta a ponta: um agente roda os cenários no app de verdade e emite o laudo, libera ou bloqueia.
Publica o veredito no Cockpit. O gestor vê a tarefa com o selo: conferida — sem pedir print pra ninguém.
cenário gerado hoje vira regressão amanhã — o QA da fábrica só acumula
Cada entrega treina a fábrica.
Uma tarefa é entregue pelo pipeline, com gates e evidência.
O diff e as decisões viram fatos verificados na base — com proveniência.
Os cenários do Gabarito entram na regressão permanente do projeto.
A telemetria — custo, lead time, retrabalho — alimenta o Cockpit e calibra as estimativas seguintes.
Skills e agentes são re-avaliados por eval com o material novo — sobem ou descem de alçada por prova.
A próxima tarefa herda tudo isso no primeiro minuto.
juros composto de conhecimento — e não tem atalho: só quem opera a fábrica acumula
Isso não é roadmap.
Enquanto o mercado ainda discute agentes em slide, esses módulos já operam — em repositório real, projeto real, board real.
O Oráculo explica repositórios reais em produção — multi-tenant, com prova arquivo:linha em cada afirmação.
53+ skills já passaram pela alfândega de evals e operam no pipeline — versionadas e pinadas.
O pipeline AIDE roda em projeto real de consultoria: card refinado → spec → código → evidência → board, com gates humanos.
O Cockpit já consolida status, veredito e custo por tarefa numa tela só — a visão que o gestor apresenta, não a que ele caça.
Sair na frente só importa quando a distância cresce sozinha. Com memória composta, cresce.
Alugar × acumular.
Depois de cem tarefas, a fábrica dos outros continua igual. A nossa sabe cem tarefas a mais.
Entregar rápido virou o mínimo.
Entregar com prova, memória e governança — isso é uma plataforma de engenharia.